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Nanda Ricci

nanda@nandaricci.com.br

Quem Gosta de Capacho é Sujeira

Quem Gosta de Capacho é Sujeira

É impressionante, revoltante até, que em pleno 2024 eu ainda tenha que falar sobre isso: a existência de líderes que preferem “capachos”. Aquelas pessoas que não se posicionam, não questionam, não trazem ideias novas. Sabe o que é pior? Esses mesmos líderes, cheios de contradições, adoram dizer que querem gente empoderada, autônoma… mas só quando isso não mexe com o ego deles. Se a autonomia desafia o que eles dizem, aí a história muda. Um tanto conveniente, não?

Agora, me pergunto: sério que ainda não conseguem enxergar a oportunidade de ter cabeças pensantes e ativas na equipe? Pessoas que se posicionam, questionam e, sabe, fazem o trabalho crescer junto com a empresa? Parece óbvio, mas para alguns líderes, empoderar só funciona se isso não atinge o poder deles. A questão é simples: o papel de um líder não é massagear o próprio ego, mas conduzir sua equipe aos objetivos da empresa.

Aliás, líder é só um título a mais, com mais responsabilidades e talvez um salário melhor. Eles não são donos da verdade, ok? Também erram, falam besteiras, e, adivinha, precisam da equipe para crescer. E quem faz isso acontecer são os talentos que compõem o time, gente com ideias, com propostas e com vontade de contribuir. Líder que não entende isso está preso no século passado.

Essa ideia de liderar pelo poder, pela força, simplesmente não combina com os profissionais que estão surgindo hoje. E aqui não é questão de julgar, eu entendo que muitos desses líderes são de outras gerações e foram formados nesse molde ultrapassado. Mas chega uma hora em que isso precisa mudar. A desculpa de que “sempre foi assim” já não cola mais.

Um ponto importante: isso aqui não é sobre extroversão ou introversão. Tem muita gente por aí que é mais reservada e faz um trabalho excepcional. O problema é quando o líder decide tratar um colaborador pior ou melhor apenas por ser mais ou menos vocal. Gente, gestão não é sobre gostos pessoais ou afinidades, é sobre liderar para conquistar resultados e desenvolver pessoas. Cada um é único, e cabe ao líder se adaptar e usar isso a favor da empresa.

Então, fica aqui meu recado para você, líder em 2024: liberte-se dos ranços do passado. Quer uma equipe de sucesso? Deixe seu ego na porta e aprenda a valorizar todo tipo de colaborador, até (e principalmente) os que te desafiam. Não se sinta ameaçado, aprenda a aproveitar as ideias e a energia que essas pessoas trazem. Líder de verdade constrói com a diversidade de perfis, não com um bando de “capachos”.

É impressionante, revoltante até, que em pleno 2024 eu ainda tenha que falar sobre isso: a existência de líderes que preferem “capachos”. Aquelas pessoas que não se posicionam, não questionam, não trazem ideias novas. Sabe o que é pior? Esses mesmos líderes, cheios de contradições, adoram dizer que querem gente empoderada, autônoma… mas só quando isso não mexe com o ego deles. Se a autonomia desafia o que eles dizem, aí a história muda. Um tanto conveniente, não?

Agora, me pergunto: sério que ainda não conseguem enxergar a oportunidade de ter cabeças pensantes e ativas na equipe? Pessoas que se posicionam, questionam e, sabe, fazem o trabalho crescer junto com a empresa? Parece óbvio, mas para alguns líderes, empoderar só funciona se isso não atinge o poder deles. A questão é simples: o papel de um líder não é massagear o próprio ego, mas conduzir sua equipe aos objetivos da empresa.

Aliás, líder é só um título a mais, com mais responsabilidades e talvez um salário melhor. Eles não são donos da verdade, ok? Também erram, falam besteiras, e, adivinha, precisam da equipe para crescer. E quem faz isso acontecer são os talentos que compõem o time, gente com ideias, com propostas e com vontade de contribuir. Líder que não entende isso está preso no século passado.

Essa ideia de liderar pelo poder, pela força, simplesmente não combina com os profissionais que estão surgindo hoje. E aqui não é questão de julgar, eu entendo que muitos desses líderes são de outras gerações e foram formados nesse molde ultrapassado. Mas chega uma hora em que isso precisa mudar. A desculpa de que “sempre foi assim” já não cola mais.

Um ponto importante: isso aqui não é sobre extroversão ou introversão. Tem muita gente por aí que é mais reservada e faz um trabalho excepcional. O problema é quando o líder decide tratar um colaborador pior ou melhor apenas por ser mais ou menos vocal. Gente, gestão não é sobre gostos pessoais ou afinidades, é sobre liderar para conquistar resultados e desenvolver pessoas. Cada um é único, e cabe ao líder se adaptar e usar isso a favor da empresa.

Então, fica aqui meu recado para você, líder em 2024: liberte-se dos ranços do passado. Quer uma equipe de sucesso? Deixe seu ego na porta e aprenda a valorizar todo tipo de colaborador, até (e principalmente) os que te desafiam. Não se sinta ameaçado, aprenda a aproveitar as ideias e a energia que essas pessoas trazem. Líder de verdade constrói com a diversidade de perfis, não com um bando de “capachos”.